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″Idealista″ vendido por 1300 milhões de euros cinco anos após compra por 230 milhões

″Idealista″ vendido por 1300 milhões de euros cinco anos após compra por 230 milhões

O portal imobiliário “idealista” foi vendido a um fundo sueco por 1300 milhões de euros, cinco anos depois de ter sido comprado por 230 milhões.É um negócio de milhões. Mais de mil, entre o preço de compra, há cinco anos, e a venda, confirmada, na terça-feira por videoconferência e anunciada quinta-feira em comunicado.”O Fundo EQT IX chegou a acordo com os fundos geridos pela Apax Partner para comprar as suas ações por 1321 milhões de euros”, informou, em comunicado, o portal “idealista”.Fundado em 2000, em Espanha, foi comprado em 2015 pela Apax Partner, por 230 milhões de euros. Cinco anos depois, é vendido por uma valor mais de cinco vezes superior, 1321 milhões de euros, a um fundo sueco, que pouco vai mexer na empresa.”Jesús Encinar, fundador e presidente do idealista, mantém a maioria da percentagem e vai continuar na liderança da companhia, com a equipa que o acompanha”, lê-se, ainda, no comunicado enviado aos media.Com sede em Madrid, Espanha, o portal idealista apoia cerca de 40 mil agentes imobiliários e regista cerca de 38 milhões de visitantes únicos por mês no Sul da Europa, operando em Portugal, Itália e Espanha.A plataforma online do “idealista” destaca-se pela carteira diversificada de serviços digitais, bem como pelas ferramentas de gestão da relação com os clientes e de análise de dados de intermediação.”EQT considera que o idealista tem potencial para crescer a um ritmo acelerado, sobretudo com Jesús, fundador, em conjunto com Cesar, Fernando e restante equipa diretiva. Podem contra com a EQT para continuar a expandir-se nos países onde está representado, consolidando a sua posição na Europa”, observou Carlos Santana, diretor-geral daquele fundo sueco em Espanha, citado pelo jornal “El Mundo”.O acordo, conseguido após vários meses de negociação, foi confirmado na quinta-feira. O negócio está dependente da aprovação da Comissão Nacional de Mercados e Concorrência. Um processo que deverá demorar semanas, atirando a conclusão para o final do ano de 2020.


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